Verbalize-se!

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sábado, 28 de agosto de 2010

Liberdade de Escolha




Por razões restritamente soberanas, Deus criou a totalidade das coisas sobre uma lógica provável.

Deus é capaz de criar uma rocha da qual Ele mesmo não possa levantar?
Não. O poder de criar algo impossível não é evidência de poder nenhum. O poder de não poder é impossibilidade.

Assim como as coisas existem por uma natureza comum, nada pode se tornar existente por meio de algo originalmente inexistente.

Parece uma lógica óbvia e tola, porém creditar e principalmente atribuir a natureza de um criador soberano e ilimitado pela ação de suas criaturas segundo a sua própria imagem, pode não parecer tão óbvio, muito menos elementar.

A humanidade tem o poder de escolha delimitado pelo poder de Deus de criar coisas das mais variadas, por isso, o homem não pode escolher ser algo que não é, todavia pode escolher em agir segundo os recursos dos quais por ele são dominados, por mais que não pertençam à sua própria natureza.

O homem possui uma consciência gerada por uma realidade permanente da existência de Deus, contudo não se apodera da realidade do qual ele mesmo não pode gerar, pois ele é criatura e não Criador.

Portanto Deus é bom em sua magnitude pois é gerador de todas as coisas e o homem sem a coexistência de Deus, por si só, é mal, pois está ausente da bondade empregada em suas ações.

Permitindo Deus assim de adotar ao homem a capacidade de escolher sobre seu posicinamento, Ele nos dá livre acesso ao recurso de se usufruir da alternativa de escolhas, o que se caracteriza a liberdade.

Por mais que essa liberdade possa ser empregada de várias formas, o que configura a realidade está contida naquele que nos concede a possibilidade de usá-las, algo totalitário e infindável. Com isso, tudo que possui um efeito tem seu resultado regrado segundo àquele que o projeta, pertencendo assim acima de qualquer conceito de bom ou ruim ao nosso alcance.

Christiano Lins  

sábado, 21 de agosto de 2010

Alimentar Ovelhas ou Divertir Bodes? Charles Haddon Spurgeon




Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo.



A igreja abandonou a pregação ousada; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.

Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15) - isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: "E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho", assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: "Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres" (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um rol de mártires. Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos.

Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? "Vós sois o sal", não o "docinho", algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: "Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos" (Lc 9.60). Ele estava falando com terrível seriedade! Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: "Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira!" Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: "Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!" Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos.


Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles "transtornaram o mundo". Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos. Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.

Charles H. Spurgeon

Ao escolher priorizar entretenimentos que visam o preenchimento de nossas vidas na igreja, nos mantendo instagnados até mesmo na nossa relação com nós mesmos para uns com os outros e escolher agir de forma que edifique o mundo afora e nos encoraja a sermos cada vez mais valorosos por nossas ações, temos a nossa opção e um caminho a ser trilhado no qual depende de nós o que optar.

Qual são as primícias dos quais um servo de Deus deve adquirir em função de edificar um corpo do que criar alegorias em seu próprio ego??

Paz
Christiano

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Natureza Fractal e a Criação



Como já foi postado anteriormente, o conceito dos fractais viabilizam o entendimento dos princípios da obra divina, através de parâmetros aplicáveis em praticamente em todas as áreas de nossa vida.

Aqui mostra o contexto da Criação por meio da definição de proporcionalidade em aplicações matemáticas na natureza.

Quando se parte de uma soma de um número vazio com o unitário, somando este resultado ao imediatamente anterior à ele sequencialmente, temos uma combinação de números interligados geometricamente por meio da traçagem radial de um ponto a outro desses valores gerados, resultando uma figura chamada Solenóide, utilizada em desenhos de design técnico.

A partir dela, expande-se dentro do conceito de proporcionalidade, os componentes existentes na natureza no qual frações isoladas desses componentes contém a mesma combinação anterior aplicada ao ponto inicial e assim por diante.

O Mundo Clama Por Santidade

Starman, o símbolo que significa o homem em
detrimento com os valores seculares da massa,
utilizado pela banda canadense Rush.


"...disseram-lhe de entre a multidão alguns dos fariseus: Mestre, repreende os teus discípulos. E, respondendo ele, disse-lhes: Digo-vos que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão". Lucas 19:39-40

A secularidade é característica do mundo na qual lutamos todos os dias por um espaço significativo na sociedade, graças aos projetos e sonhos por nós idealizados pela influência da prosperidade do mundo moderno.Todavia o propósito de concretizar realizações que nos edifiquem como cidadãos se restringe aos paradigmas morais do gosto popular em satisfazer a natureza comum por mudanças, na qual está intríseca na potencialidade dos jovens.

O legado do pecado nos deixou esse vazio em nossos ideais em cobiçar os padrões de sucesso assim conceituados pela cultura ocidental cosmopolita, todavia desconhecendo as consequências do individualismo social de nossos sonhos em faccionar os preceitos assim por nós escolhidos, ajuntando cada vez mais disparidades e conflitos sobre o nosso futuro como seres relacionais não só conosco, mas até mesmo com o meio ambiente que pertencemos.

Contudo, a necessidade por algo a mais que engrene nossas visões de mundo e complemente os nossos conceitos é comum, tanto que nosso fascínio pelo diferencial é posto em evidência quando conhecemos o lado avulso do senso natural do que é previsível. A excentricidade nos leva a cobiçar o que é alheio ao desconhecido e bastante rentável aos olhos do preciosismo humano em descartar aquilo que não gera mais expectativas e se torna perecível aos nosso planos de crescimento, a busca pelo domínio absoluto da verdade e tudo que nela está envolvida.

Por mais egocêntrica seja a natureza da humanidade, fragmentada e carente em encontrar conivência com sua própria existência por meio da "experiência pessoal" com algo comprovadamente seleto, ainda que não nos assegure a garantia de que haverá isenção de riscos sobre o que exploramos, nem mesmo a suma responsabilidade das prováveis consequências, a especulação sobre o conceito da fé em vários segmentos sociais é verificado ao longo de nossa história.

Tanto que grupos de interesses afins se unem para transceder valores segundo causas pertinentes á necessidade de alterar o curso dos preceitos criados pela conduta de outros.

"Os mártires penetram na arena de mãos dadas, mas são crucificados sozinhos". Aldous Huxley

A virtude de crer no meio religioso nem sempre significa crer em algo concreto ou palpável, mas configurar em algo que possa ser digno de credibilidade, mesmo que tal crença esteja fundamentada numa pessoa só ou em apenas um valor qualquer.

Figuras históricas souberam administrar e ao mesmo legislar sobre a vida interior, política e jurídica de comunidades especificamente fiéis, criando proscedência sobre seus seguidores, ainda que não acreditassem na soberania de um ser maior.

"Somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso mundo". Sidarta Gautama, O Buda

"A verdadeira riqueza de um homem é o bem que ele faz neste mundo".Maomé

"Eu não procuro saber as respostas, procuro compreender as perguntas".Confúcio

"Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado em outra. A vida é um todo indivisível".Mahatma Gandhi

"Os homens semeiam na terra o que colherão na vida espiritual: os frutos da sua coragem ou da sua fraqueza". Allan Kardec

Muitas definições éticas de conduta espiritual e humanintária são comuns em praticamente todas elas, todavia o que se destaca é a avidez na busca de princípios que simplifiquem a condição humana perante ao inconformismo da massa, pelo diferencial adotado num planeta aflito por um caminho de pacificação do ser de forma a levar vantagem no curso existencial e próspero em nossas escolhas.

Seja pela via devota ou científica, o contexto do virtuosismo ou da santidade está presente na macro-visão em nosso futuro, em contra partida à voracidade espontânea do efeito que o sistema social impõe em nosso prazer de viver, das atrocidades cometidas em nome do prazer e da prosperidade e principalmente pelo entendimento egocêntrico do amor.

 Diante dos princípios do Cristianismo, valores associados à paz interior, harmonia com o próximo e a viva comunhão com uma entidade soberana são de modo similares aos ofertados por diversas crenças, contudo a proposta para a alma idealizada pela cultura oriental não é evidenciada ao nível da espiritualidade messiânica, porém contida nos princípios da restauração do espírito por meio do consolador, o Espírito Santo. A interatividade do Criador com o homem, abrange mais do que estabilidade privada ou constância relacional. Consiste numa aliança de restituição com os propósitos originais de Deus com o produto ativo daquele que é sua imagem e semelhança, inabalável à ação das circunstâncias e das transfigurações da causa externa do ambiente inóspito do materialismo da iniquidade humana.

Christiano 

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Conselhos do Tempo

Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento; Eclesiastes 12:1

"Por mais que o tempo possa parecer a passagem das horas, vão parecer curtos se pensar que nunca mais há de vê-los passar". (Aldous Huxley)

Não abro mão de manter vivo a esperança de que através das coisas que em meu domínio se passaram, obter aquilo que nunca tive em minha vida.

A princípio estamos sujeitos a vivenciar tudo aquilo que está ao alcance do homem, desde a prosperidade real até o perecimento eterno do mal uso do momento. Convém mencionar que o tempo está configurado segundo os preceitos da humanidade em busca daquilo que não se possui ou não podemos alcançar, ajustando até onde pode para efetuar os desejos em realizar, segundo os indicadores necessários.

É algo que está sobre a delimitação do ser humano em controlar o destino individual de um mundo coletivo, ordenando a causa e efeito de nossas atitudes, contudo desprezando os indícios existentes na natureza e no meio ambiente.

Num futuro breve, o tempo será algo comercial, negociável ou até financiável, condicionado ao valor agregado à ele. Quem quiser ter a oportunidade de acertar os relógios para ser capaz de realizar algo, deverá pagar por isso...Será mais um artigo de luxo na vitrine do consumismo moderno de nossos dias.

Como escravos do pecado, estamos sujeitos à sentença coletiva dos designos privados de um futuro já condenado, assim como é a natureza corruptiva do homem.

Todavia o sacrifício do Cristo nos liberta da condição que o mundo nos faz cativos pelo tempo secular, pois aquele que restaura todas as perspectivas se encontra entre nós por meio do Espírito Santo.

No momento em que usufruímos da vida em abundância em Cristo, somos aptos a desenvolver as expectativas ideais do Criador sob o nosso futuro, restituindo o que foi perdido pelas traças do acaso, focando a nossa ânsia em viver o que desejamos para perpetuar nossa aliança com a eternidade.Conhecemos enfim o legítimo valor de nossa existência em detrimento de nossas prioridades em agir, crer e realizar por mais temporário seja a nossa realidade na Terra.

"Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão". 2pedro 3:8-10

Christiano

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A Cultura do Inferno

"Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo"; Colossenses 2:8

Nossos dias são acometidos de sucessivas transfigurações de nossos valores, principalmente quando diz respeito à nossa identidade perante a postura diante dos veículos de comunicação em massa, das relações de poder entre um mundo globalizado e os novos desafios em alcançar níveis cada vez maiores de qualidade de vida, praticidade em nosso cotidiano e o bom uso de nossos recursos, sejam naturais ou tecnológicos.

Contudo, por mais óbvio seja a nossa conscientização e temor sobre nosso futuro como seres ativos aos bens e descontrole de nosso planeta, não nos damos conta de como somos passivos ao avanço da cultura do caos aberto em nossos lares, no nosso relacionamento corrente com o próximo e pelas escolhas decisivas do qual nos dispomos a seguir continuamente.

A depreciação do caráter humano, a insasciável intenção de conquistar o espaço individual a qualquer custo (datado desde os tempos das cavernas), a disposição de reeditar conceitos e argumentos segundo o que mais convém ao nosso processo de descoberta interior, nos faz graduativamente idealizadores da Cultura do Inferno.


Priorizamos a retórica de que optamos pelo o que é bom para nós, na qual julgamos capazes de estabelecer padrões de bondade e maldade sobre pessoas e circunstâncias ainda que saibamos que nossa convivência não consiste na absoluta capacidade de viver a vida do próximo e sim de relacionarmos com ele. Protagonizamos o nosso poder de criar uma realidade ou um ambiente por meio de nossas vontades e expectativas, indiferentemente dos resultados propostos àquilo que almejamos por conta do que é vantajoso ou não para o ego sob medida.

Preferimos nos mergulhar no consumismo das aparências materiais do que desenvolver o suporte de nossa personalidade através de nosso caráter. Trocamos isso pela banalização da vida e das próximas gerações que hão de vir, abortando nossos sonhos e a nossa cria, privando-a de sentir o aroma da vida em seus pulmões.

Assim como a ciência clássica, levantamos teorias e regras baseado por nossa lógica empírica e por nossa vivência, porém não damos parte de que somos apenas o produto de uma criação soberana e apesar de sermos imagem e semelhança dela, não temos o domínio de nosso destino.

Todavia expomos argumentos para moldar verdades sintéticas e pré-fabricadas para confundir-se com a verdade irrefutável, para vender livros, promover eventos e palestras de auto-ajuda, conglomerar pessoas creditadas a tais fatos, de modo a preenchermos a nossa vida vazia de aspectos fundamentados no concreto, por meio de partidos e chapas politizadas, torcidas organizadas, fã-clubes itinerantes e divisões aquisitivas de modo a conflitarmos, mutilarmos, favorecer facções de um futuro cada vez mais distante do altruísmo da filosofia Paz e Amor idealizado por nossos pais. Ao invés disso, criamos a nossa forma de pacifismo para com o próximo, negligenciando o conteúdo ilícito e a gravidade de nossos atos de provimento conjugal, desrespeitando o compromisso, o zêlo, a aliança matrimonial e a orientação sexual devida e chamamos isso de Amor.

Ainda que se apeguem às suas crenças e credos, os homens forjam o seu relacionamento com o Criador por conta de não absorverem o crucial e deixar de lado a natureza do velho homem, autofundamentado por sua incessável busca do desconhecido e especialmente daquilo que reflete a sua própria materialização daquilo que é maleável, criando espaços de veneração ao sobrenatural, às teorias de prosperidade, ao falso modelo da abordagem de Deus aos demais, criando um campo de persuazão psicológica que oprime o senso comum alheio, mistificando a suposta graça de Deus e explicitando a intenção de converter indivíduos baseado no temor ao inferno e suas potestades ao invés de testificar o valioso chamado de Deus a uma vida de pluralidade legítima para toda eternidade.

Enfim, como resultado disso criamos "fiéis" frustrados, líderes soberbos, sistemas de convivência congregacionais corporativas, delimitação comportamentais promovendo a exclusividade e a exclusão ao invés da inclusão.

"Do mundo são, por isso falam do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro". 1João 4:5-6

"E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também". Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou".Efésios 2:1-4

Testificou Deus, por meio de seu filho em meio às nossas transgressões e nos deu a oportunidade de conhecer um mundo inesgotável de perspectivas desde agora para a eternidade, pelo simples ato de sermos guiados por meio de nossas decisões diárias em conhecê-lo intensamente. Todavia cabe a nós participar dessa novidade de vida alimentando o Espírito Santo intimamente por meio de nosso intelecto.

Siga conhecendo à Deus em todas as circunstâncias!

Christiano

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O Valor De Um Sacrifício

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". Jo 3:16