Quero deixar aqui uma dica de leitura, pra aqueles que gostam de tirar a risca sobre certos assuntos que nos levam a investigar mais além do que os valores cristãos de nossas igrejas pregam mas que comfirma toda a boa obra de Deus, do qual este tem nos dado como legado.
A dica é o livro A Linguagem de Deus do biólogo americano Francis Collins, diretor do Projeto Genoma, responsável pelo mapeamento genético de todo o organismo humano. Projeto esse que durou 28 anos para ser concluído é o que há de mais moderno em torno do estudo do DNA, o código da vida. Com isso, tornou-se o cientista que mais rastreou genes com a finalidade de encontrar tratamento para diversas doenças.
Nesse livro ele conta como deixou de ser ateu para se tornar cristão e narra as dificuldades que enfrentou no meio acadêmico ao confessar sua crença.
Além disso, também é mencionado questões sobre a existência humana, a origem do universo desde o surgimento dos micróbios até a raça humana e a explicação sobre a natureza da criação do homem através dos conceitos do genoma humano. Além disso a obra cita parâmentros sobre semelhanças entre o livro de Gênesis, o astronomo Galileu e o cientista Darwin, diferenças básicas entre Ateísmo e Agnosticismo, pautas sobre o Criacionismo e Evolucionismo e como conclusão, cita práticas morais da ciência e da medicina nas obras de Deus.
Francis Collins representa uma linhagem de cientistas que se dedicam a complementar uma visão ampla sobre o paralelismo da combustão material do universo com a plenitude da existência de uma soberania atuante na realidade de uma "autotranscedência" espiritual.
“As sociedades precisam tanto da ciência como da religião. Elas não são incompatíveis, mas complementares.”
“Eu vi o trabalho das mãos de Deus no estudo do mecanismo da evolução da vida. Se o Deus escolheu criar os seres humanos em sua imagem e se decidiu que o mecanismo da evolução era uma maneira elegante de realizar esse projeto, quem somos nós para dizer que esta não é a maneira correta.”
Quanto a sua conversão: “Era uma tarde bonita e, de repente, a beleza notável da criação em torno de mim era simplismente extraordinária, me senti oprimido e percebi que eu não posso resistir a este novo momento!"
No mesmo instante, os fatos narrados pelo autor, registram experiências reflexivas sobre uma análise pessoal da sua vida com fatores científicos de relevância no mundo moderno e sobretudo, a relação entre tais coisas com o conteúdo pertinente a probabilidades da ação direta de Deus sobre a compreensão do mundo natural.
Realmente é um livro de conteúdo bastante edificante e que constata em sua forma prática aquilo a Bíblia nos induz a acreditar de uma forma masi sólida a respeito da criação dos seres vivos individualmente.
A presença da dor, do mal e do sofrimento em nosso mundo são os argumentos mais persistentes levantados contra a crença em Deus. Normalmente, é algo assim ...
Um Deus onisciente saberia que o mal existe.
Um Deus todo-amoroso desejaria impedir do mal existir.
Um Deus todo-poderoso poderia impedir o mal de existir.
Mas o mal existe...
Agora dado que a quarta proposta pareça ser inegável, pode-se inferir que um dos outros três devem ser falsos e, portanto, não pode haver um Deus onisciente, todo-amoroso e todo-poderoso. Ou, dito de outra forma, se Deus existe, Ele deve ser "impotente, ignorante ou perverso". Xeque-mate, ou pelo menos algumas pessoas pensam isso.
No entanto, não muito tempo atrás, um filósofo americano chamado Alvin Carl Plantinga estendeu uma nova proposta que se destina a demonstrar que é logicamente possível para um Deus em criar um mundo que não contém o mal. Isto é como ele resumiu em sua defesa:
"Um mundo com criaturas que são significativamente livres (e livres em realizar mais boas do que más ações, como deveria ser) é mais valioso do que um mundo que não contenha criaturas livres em tudo. Agora Deus pode criar criaturas livres, mas Ele não pode causar ou determinar que elas façam apenas o que é certo. Pois, se Ele assim o faz, então elas não são significativamente livres afinal, elas não fazem o que é certo livremente. Para criar criaturas capazes de boa moral, portanto, Ele deve criar criaturas capazes de moral ruim, e Ele não pode dar essas criaturas a liberdade para fazer o mal e, ao mesmo tempo impedi-las de fazê-lo".
CS Lewis concorda dizendo, imagine uma viga de madeira que se torna suave como a grama quando foi usada como arma, e o ar se recusa a obedecer-me se eu tentasse criar nele ondas sonoras que carregam mentiras ou insultos. Mas tal mundo seria aquele em que ações erradas eram impossíveis, e portanto, a liberdade da vontade seria nula, ou melhor, se o princípio fosse realizado à sua conclusão lógica, os maus pensamentos seriam impossíveis e a matéria cerebral que nós usamos pra pensar recusaria a sua tarefa quando tentássemos enquadrá-las. Continuando sua defesa, Plantinga diz: "Como se viu, infelizmente, algumas das criaturas livres Deus falharam no exercício de sua liberdade, que é a fonte da moral ruim. O fato de que criaturas livres, por vezes, dão errado em suas ações, no entanto, conta. Porém não contra a onipotência de Deus, nem contra a sua bondade, pois Ele poderia ter prevenido a ocorrência da moral ruim apenas eliminando a possibilidade de boa moral ".
Assim, mesmo que Deus é todo-poderoso, é possível que não estivesse em seu ímpedo em criar um mundo contendo boa moral, mas nenhuma moral ruim e, portanto, não há inconsistência lógica envolvida, quando Deus, apesar de totalmente bom, cria um mundo de criaturas livres que optaram por fazer o mal.
Fyodor Dostoevskyescreveu emOs Irmãos Karamazov:
"Eu acredito quecomo uma criança no qual o sofrimento há de ser curado ecompensado, quetodo o absurdohumilhante decontradições humanasvão desaparecercomo uma miragemlamentável, comoa fabricaçãodesprezívelda menteimpotente einfinitamente pequena eeuclidianado homem, queno final do mundo,no momento daharmoniaeterna,algo tão preciosoaconteceráqueserá suficiente paratodos os corações,para oconfortode todos osressentimentos,para a expiaçãode todos oscrimesda humanidade,detodo o sangue que D'ele foi derramado;que Ele faráissonão sóporque é possível perdoar, maspara justificartudo o que aconteceu."
Este livro de título provocativo apresenta os pensamentos de Frank Schaeffer, filho do renomado teólogo Francis Schaeffer, a respeito da arte conteporânea cristã, no qual enfrenta um período maciço de timidez expressiva diante de um cenário de sofisticação cultural.
No livro, Frank demonstra como os cristãos sacrificaram sua posição artística proeminente, desfrutada por séculos, por uma produção medíocre. As evidências deste triste estado das coisas estão em abundância por aí e vão desde canecas, camisetas, adesivos para carros que usam o nome de Deus como um slogan de marketing, colocando o Criador do Universo no mesmo nível de um refrigerante. Schaeffer afirma que "sempre que cristãos, evangélicos em particular, tentaram ‘alcançar o mundo' por meio da mídia - TV, filmes, propaganda etc - o público que pensa tem a idéia de que, assim como a sopa de um restaurante ruim, o cérebro dos cristãos ficaria melhor se não fosse mexido".
Mas a situação pode mudar e Schaeffer mostra como pessoas engajadas em um Cristianismo consciente podem se desviar desse caminho da mediocridade, demandando excelência nas artes e na mídia e, em todas as áreas das suas vidas.
Autor best-seller da lista no New York Times, segundo Schaeffer, os cristãos abandonaram sua posição proeminente na sociedade no momento em que passaram a encarar a criatividade de forma utilitária, ou seja, com o único objetivo de 'levar almas a Cristo'. Schaeffer aborda, nessa obra, sinais de como a mediocridade invadiu as artes produzidas pelos cristãos e as razões para isto. Sugere, ainda, um caminho para que os artistas não se sintam perseguidos pelos líderes religiosos que desejam explorar seus dons e talentos em nome da religião. O livro está organizado em duas partes, sendo a segunda uma espécie de questões orientadoras para grupos de estudo.
"Embora escrito na década de 80, a mensagem do livro permanece atual e é especialmente bem-vinda ao Brasil. Enquanto desperdiçamos pelo menos duas décadas esgrimindo para usar bateria nos templos, a fila andou no mundo. E bastante. Claro que sempre existiram vozes dissonantes por aqui. Algumas se levantaram para insurgir contra hinos americanos enlatados. Não sei se o queixume adiantou, mas há quem esteja supersatisfeito com as novidades no cardápio, do tipo canções em versão light... made in Austrália. Como cantava o Cazuza, 'um museu de grandes novidades'. Não apenas o futuro repete o passado... somos todos repetentes no supletivo da inovação". - Sérgio Pavarini, no prefácio da edição em português.
De modo simplificado, a literatura desta obra afirma que todo o legado deixado pelos cristãos de insentivo à expressão intelectual e cultural da igreja primitiva contra a imposição social de classes repressoras, foi abandonado para o puritanismo policiado pela censura congregacional, contra o risco de violação dos fundamentos relacionais da cristandade. Em contra partida, a máquina pró-ativa da revelação de uma vida nova em Cristo para o mundo secular foi assim também substituído por mecanismos de segurança, visando o conformismo social perante os aspectos evangelísticos convencionais de instituições religiosas.
"Os cristãos deveriam ser pessoas quem aplicam de maneira explícita aquilo em que crêem, de tal modo que isso os liberte para que verdadeiramente identifiquem determinados valores dados por Deus. Se a premissa vale para a natureza e para os objetos, muito mais para seres humanos e seus talentos criativos. Certas coisas não necessitam de justificativas espirituais ou teológicas. Elas são o que são - Deus as fez.
Como cristãos, somos filhos de Deus, não ideologistas de mente estreita, medindo tudo dentro de uma estrutura ideológica secular. Tampouco devemos nos escravizar à propaganda teológica cristã e à espiritualização de toda a realidade.
[...]
O que pode ser feito? Primeiramente, os cristãos devem se libertar da noção equivocada de que tudo deve ser medido em termos de sua utilidade à causa do cristianismo."
Viciados em Mediocridade - Frank Schaeffer, ed. W4.
Para os interessados em leituras de levantamento crítico, trata-se de uma fonte reveladora sobre parâmetros essenciais construídos no intuito de reformulação de fundamentos e conceitos, acumulados ao longo dos séculos para a retórica cristã e sobretudo, uma profecia sobre o pragmatismo moderno no qual as comunidades e instituições passam e consequentemente, perecem nas últimas décadas por algo concreto e significativo ao nível revolucionário do evangelho.
Você tema noção popular de que a ciência e a religiãoestão em constante conflito, como doispugilistasrivaisdisputandoo título decampeão depeso pesado?
Lembramos sobrea oposição da IgrejaCatólica aoGalileo, o julgamento de Scopese mais recentemente, o debateevoluçãocriação oudiscussõesem torno da investigaçãode células-tronco.
Isso é chamadoA Tesede Conflitoe sustenta quea religião e a ciência estiveram e sempreestarãoem conflitoao longo da história e se tornou popularno final dos anos de1800por John WilliamDrapere Andrew DicksonWhite.
No entanto, hojegrande parte do reconhecimento de quea Tese de Conflitofoi a primeira embasadaé consideradoimpreciso.Um exemploé a afirmação deque as pessoasda Idade Médiaacreditavamque a Terraera plana.Essa idéiaainda é muito comumna culturapopular.Masessa afirmação éequivocada,como os historiadoressabem hoje"não haviaquaseum erudito cristãoda Idade Médiaque nãoreconhecesseque a Terraera uma esferae até mesmo sabiamde sua circunferênciaaproximada".
Quanto ao modeloem si,a pesquisa históricaindicaque a religiãotem uma relaçãomuito mais complexa eestreita coma ciênciado que a Tese de Conflitoreconhece. Historiadoreshojesabem que muitosavanços científicos,tais comoas leis de Keplerforam explicitamentedirigidas poridéias religiosase de organizações.
Contudo, uma razãopara o recursoatual da Tese de Conflito éa existência dedebatesem evidênciaque parecemseguir umpadrão de religiãoversos ciênciaou religiãoversos o quealgunsafirmam sero progressosocial,onde estesuposto progressoestá ligadode alguma forma com a ciênciaou tecnologia.Mas é esperado que ao passar do tempo, seja taldesinformação, pois a despeito de tal polaridade, tanto a ciência como a religião têmpartes importantesa desempenhar nonosso mundo.A ciência nos dizcomo o mundo funcionae religiãonos dizo porquê.
1 Coríntios 10:31 -"Portanto, quer comais, quer bebais, ou fazeis outra coisa, façam para a glória de Deus."
Temos o hábito de chamar o Ministério de Música como "Ministério de Louvor e Adoração". Na verdade, usamos esses nomes juntos, como que sendo um nome e sobrenome.
Observa-se que há uma diferença importante entre estes dois conceitos. Embora o conceito de Adoração esteja intimamente ligado à divindade, o Louvor não possui necessariamente esta finalidade. Talvez seja por isto hoje, ao falar-se sobre música na igreja, fale-se tão pouco em Adoração, conceito que vem sendo substituído por louvor.
LOUVOR: É uma expressão de vida, individual ou comunitária, circunstancial e motivado na alma por um impulso de render glorificação e exaltação à soberania de Deus. (Sl 145:4; Sl 147:12-13; Is25:01; Lc 19:37).
O ato de louvar é de dar graças a Deus pelo seu mover em nossas vidas.
ADORAÇÃO: Apesar de adoração possuir um conceito real bastante amplo, podemos definí-lo como um estilo de vida individual e incondicional, motivado no espírito por amor e devoção a Deus através da oferta da vida como sacrifício santo a Ele (Sl 96:9; Ap 4:8-11; Ap 11: 16,17).
A Bíblia nos indica que existem várias expressões de louvor e de adoração, tais como através da oração, cânticos, confissão, ofertório, artes em geral, pregação, ceia, batismo e do próprio exercício do ministério.
Existem bases distintas entre a arte convencional, principalmente a música e a expressão artística cristã, vejamos estes princípios:
A ARTE SECULAR
“Aquilo que governa o coração, forma a arte.” – Wolfgang H. M. Stefani, parafraseando Pr 23:7e Lc 6:45.
Popularmente conhecida como mundana, secular significa “aquilo que perece ao longo dos séculos” e possui seu sentido focado na natureza do mundo que se transfigura ao passar da história da humanidade e reflete o sentimento carnal do homem perante sua compreensão do mundo e da sociedade que vive. É uma característica peculiar do ser humano, do qual está exposta permanentemente, em especial a música, na constante manipulação de Satanás perante o sentimento humanístico.
De acordo com muitas interpretações bíblicas, Lúcifer era músico mestre. Ele deveria usar este dom para a glória de Deus, mas quando se rebelou contra o Senhor, foi expulso do reino de Deus, prostituíndo tal dom, e usando-o para o mal. Ele tem feito isto até os dias de hoje. (Ezequiel 28:13-17).
Foram os descendentes de Caim que inventaram tanto os instrumentos de música como os instrumentos de guerra (Gn4:21,22) e muitos usaram destes recursos para corromper a vontade de Deus. Finalmente esta música inspirada na Babilônia será destruída através da destruição da cidade (Ap 18:22).
Hoje a música continua influenciando e aflorando o impulso das pessoas, de forma a conduzirem à sua própria restrição da miséria natural caída do homem, porém algo deve ser dito em relação a esse parâmetro:
Nem toda música popular é pecado, embora muitas o sejam. Considere se ouvi-la, isto não prejudicará sua carreira cristã.
Black Metal Gospel: Você ouviria se fosse cristão?
O cristianismo deve abranger o conceito musical...
...ou o conceito musical deve abranger o cristianismo?
A cultura (música, pintura, teatro, dança, etc.) é uma resposta do homem para o mundo moderno. Porém existe um propósito mais excelente na manifestação destes dons!
A ARTE CRISTÃ
Popularmente conhecida como Gospel (do inglês, evangelho), foi criada primordialmente no intuito de expressar a confirmação de uma vida moldada pelo caráter de Cristo através do Espírito Santo habitante em nosso ser, de forma a vivenciar, testemunhar, confraternizar e celebrar perante uns aos outros a graça abundante e eterna de Deus em nossa sociedade, representada pela nossa comunidade e as demais congregações cristãs. (Sl27:6, Sl 47:1, Sl 63:4, Gn 17:3, 1 Sm 18:6).
O Espírito Santo também pode usar a música para a glória de Deus e para a edificação das pessoas. Observe o efeito terapêutico que a musica ungida tinha sobre Saul (1Sm 16:23).
O louvor de Moisés reflete a gratidão pela liberdade do povo cativo no Egito por Deus (Ex15). No Salmo 90, o louvor contrasta a eternidade de Deus e a nossa mortalidade. É também um pedido de bênção para o povo condenado a ficar no deserto por meio do pedido de confirmação das obras.
Estrelas Pop que vieram do cenário cristão:
Elvis, Curtis Mayfield, Sixpence e P.O.D.
A adoração e o louvor envolvem excelência em suas ações, veemência em suas atitudes por cada um dos fiéis, porém deve-se definir algo a respeito:
O ato de louvar significa que estamos em plena fraternidade uns cons os outros e traduz para Deus que estamos reunidos harmoniosamente entre si como forma de celebrar e ser grato pela contínua mudança de vida em nosso meio.
A adoração expressa através do louvor edifica somente aqueles que a praticam, de forma que apesar de Deus ser o grande digno de honra e glória, Ele não precisa efetivamente disso para provar a sua magnitude perante nós, e sim, nós mesmos precisamos de tal coisa para perdurar a graça em nosso meio de convivência.
O verdadeiro significado de tudo isso está na firmeza de nossas intenções na vontade divina dos quais os FATOS nos levam a RAZÃO, trazendo-nos a FÈ e por fim as nossas EMOÇÕES.
Essa é a grande essência de tudo, visto que a música, a voz (ministros e participantes) e os instrumentos musicais são recursos terrenos para se acessar o canal de intimidade com DEUS durante o clima de benção e cura na igreja. (Sl 22:3)
O conselho contido na carta aos efésios (Ef 5:18-20) é que o louvor faça parte do dia-dia do cristão, conforme formos enchendo-nos do Espírito que haja um louvor que venha do nosso coração para Deus por meio de hinos e cânticos, assim falado em Salmos.
O louvor de Paulo na Igreja Primitiva (2Ts 2:13-17) era recheado de ações de graças. È uma constante nas cartas de exortação a perseverar em oração, o que constiui a verdadeira adoração ao SENHOR, pelo próprio crescimento e manutenção da comunidade através do trabalho missionário e crescimento em amor pelas pessoas.
DICAS PARA UM LOUVOR E ADORAÇÂO MAIS RICA:
Em Rm 8:31-39, existe um desafio ao ministério de louvor de exaltar a Deus assim como permanecerem firmes frente as dificuldades. Por isso, os ministros devem conhecer as dificuldades de seus irmãos e manterem a adoração frente à instrução bíblica.
Comece as reuniões com ações de graça e louvores por meio de cânticos. (Sl 100:4)
Peça ao Espírito Santo que o lembre de hinos apropriados. Deus tem um tema e mensagem para cada culto.
Amargura: Como podemos adorar a Deus de todo coração, se existe alguma mágoa corroendo nosso relacionamento com alguém? Em Mt 5:23-24 explica algo relacionado. Deus só aceita a nossa oferta de adoração quando dispomos de bom relacionamento com o próximo.
Lembre-se que seu caráter (gostos e inclinações) são uma das poucas coisas que irão desta para melhor. Deus não ajustará seu caráter para trasladá-lo. Se ele não se ajusta ao reino de Deus, você não estará lá, pois sua Salvação está envolvida nisso!
Aproveitando o feriado internacional de Corpus Christi, acho que seria de boa relevância mencionar algo relacionado a fatores cruciais em que vivemos em nossos dias. Enfrentamos sérios dilemas morais ao passo da destruição do conceito do certo e errado em nosso cotididiano que ameaça seriamente nossa posição como cristãos.
Em meio aos atributos e legados deixados por Jesus Cristo, de promover a paz deixada por ele antes de sua ascensão aos céus, narrada em João 16, a sua existência é uma das principais referências que envolvem os critérios de paz empenhadas pelo mundo ocidental religioso que se contrapõe ao cunho impetuoso de combate ao mundo pernicioso dos ocidentais, segundo os os preceitos islâmicos.
O suposto conflito armamentista no Oriente Médio, ao qual mobiliza os principais líderes mundiais e converge em possíveis expectativas de maiores intervenções a níveis políticos cada vez mais agravantes e que podem tomar de forma crescente o breve cenário dos tópicos atuariais de nossos dias.
Tendo em foco tais preceitos desenvolvidos pelo nosso mundo capitalizado e engrenado pela satisfação pessoal, os vindouros desejos de pacifismo ao qual temos como demanda para o nosso futuro próximo, encontram-se minados não só pelo que há de vir, mas por tendências construídas pelo menos, ao longo dos últimos 50 anos. Após cessarem a longa jornada de independência de muitas nações, marcadas pela militância pacífica de Mahatma Gandhi nos anos 30 e 40 do século passado, esses modelos de pacifismo são adotados pelo mundo ocidental que supostamente não entendia de forma íntegra, as idéias deixadas pelo ativista indiano e foram absorvidos desde então. Esses âmbitos emergiram-se na constante militância pela paz anunciada segundo determinações de liberdade de expressão e manifesto cultural do anti-conformismo, iniciados em meados dos anos 50 e temperados nos anos 60 e 70 pelo movimento hippie.
"Símbolo da Paz" dos hippies nos anos 60 e adotados pelos que buscam 'paz'.
Antes mesmo de tal explosão cultural massiva ser detonada, em 1958, o inglês Gerald Holtom (integrante da inteligência durante a Segunda Guerra Mundial) a partir da linguagem de bandeiras, por tratar-se de um código universal adotado em toda comunicação marítima, cria o símbolo do Desarmamento Nuclear. Tal movimento foi liderado pelo filósofo e anarquista Bertrand Russel que vincula o símbolo não só como militância ao desarmamento, mas como a uma nova ordem mundial idealizado ao parâmetro de uma vida de libertação contra a religião e a existência de Deus. Ateu convicto, Russell foi o autor do best seller Por Que Não Sou Cristão e mentor do suposto movimento fundamentado no final dos anos 60, fazendo uso do símbolo que querendo ou não, faria uma apologia à outros símbolos existentes como a Cruz de Nero e os expressos no Nazismo 15 anos antes.
Um dos símbolos adotados no Nazismo
A Cruz do Imperador Nero
Para dar ênfase a tal conceito criado por Russell, o compositor inglês John Lennon empenhou-se a usar tais definições à juventude em meio as transformações sócio-culturais da cultura pop. Esse mesmo Lennon que defendia a paz entre os povos e a extinção não só das religiões por meio da música Imagine, mas da inexistência de Deus, compôs também a música natalina Happy Christmas(War is over) (...?)
"Deus é um conceito pelo qual medimos nossa dor".
(John Lennon na 1ª estrofe da música God )
Assim da mesma forma, Lennon que condenava também a existência de um Criador, foi assassinado em 1980 por um fã incondicional que o idolatrava como um "deus".
Por tais estigmas, a nossa cultura é fundamentada nesses ideais de paz, sintetizados pelo alicerce de âmago do egoísmo humano.
"Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva;Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite;Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobre-virá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão;Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas".
1 Tessalonicenses 5:1-5
Pelos mesmos princípios, hoje somos inundados pela tempestade de violência da criminalidade e assassinatos pré-meditados por uma sociedade que optou pelo fundamento de suas próprias idéias e concepções pessoais de justiça e liberdade. O amor livre, a liberdade de expressão desregrada de uma camada social que beira seus interesses pessoais, se confundem com o conflito moral entre nós, gerando contendas e práticas de depreciação pelo próximo. Afinal de contas, se somos tão adeptos da ideologia Paz e Amor, por que não conseguimos alcançá-la?
"Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças são como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniquidades como um vento nos arrebatam". Isaias 64:6
Hoje em nosso país, estamos presenciando a adequação de paz e liberdade dos cidadãos por meio desses alicerces que não possuem a consistência, para que esse desejo seja devidamente realizado. A união matrimonial gay distorce o conceito primordial de Deus que afirma que homem e mulher se juntarão e constituirão numa só carne, o princípio real do matriomônio. A Marcha para a Legalização da Maconha remete severamente a dissolução de parâmetros referentes a saúde e segurança nos quais o nosso país não possui estrutura para abrigar tal liberdade social. Igualmente, líderes religiosos se manifestam contra tais coisas de forma perniciosa e alheio às suas causas denominacionais de forma tão opressiva como válido a justificação de tais manifestações.
Nunca haverá paz e ordem enquanto compactuarmos com a contínua transfiguração de nossos valores, acrescidos do nosso ímpeto desejo de limar aquilo que está de forma apologeticamente confirmado nas escrituras. Devemos nos apegar ao íntimo contato com Deus que nos orienta de modo preciso aos caminhos de santidade, até o fim de nossos dias, ao praticarmos a justiça íntegra por meio de seus ensinamentos. A igreja necessita de crescimento em unidade...precisamos nos desfazer da composição circense de nossos cultos, das metas de alcance de membros e preservar a sabedoria bíblica em nossas prioridades como congregação. Pessoas padecem de conhecimento e perecem sobre tais regras de fundamentos morais dentro de nosso próprio convívio. Sejamos pertinentes a tal realidade e saibamos nos concentrarmos na verdadeira e agradável vontade de Deus.